Eu não criei o Projeto X para vender caixas de plástico.
Sou engenheiro de profissão e piloto por paixão. Sempre fui obcecado por como as coisas são construídas — como suportam carga, como se movem, como se sentem ao toque. Essa mentalidade nunca nos abandona.
Ao me aprofundar na simulação de voo, não pude mais ignorar a lacuna. Muitos equipamentos pareciam bons nas fotos, mas não transmitiam a mesma sensação. Não eram projetados — eram montados. Leves. Ocos. Feitos para parecerem bons, mas não para funcionarem como deveriam.
Então eu construí o meu próprio.
O que começou como um desafio pessoal se transformou no Projeto X — projetar e construir módulos inspirados na Aviação Geral da mesma forma que os sistemas reais devem ser construídos. Materiais resistentes. Lógica mecânica. Layouts limpos. Sem truques. Sem atalhos. Cada alavanca, cada trava, cada movimento deve imitar os instrumentos reais do cockpit.
Eu projeto tudo sozinho. Crio protótipos. Testo. Aperfeiçoo. Se não fosse adequado para um cockpit de verdade, não sai da minha oficina.
O Projeto X não tem a ver com jogos. Tem a ver com realismo. Tem a ver com respeito pela aviação. Tem a ver com construir algo que pareça certo — porque foi construído da maneira certa.
Eu não construo brinquedos.
Eu construo módulos de simuladores de voo de nível aeronáutico.
I didn’t start Project X to sell plastic boxes.
I’m an engineer by profession and a pilot by passion. I’ve always been obsessed with how things are built — how they carry load, how they move, how they feel under your hands. That mindset never leaves you.
When I got deeper into flight simulation, I couldn’t ignore the gap. A lot of hardware looked good in photos, but it didn’t feel right. It wasn’t engineered — it was assembled. Lightweight. Hollow. Made to look the part, not live the part.
So I built my own.
What started as a personal challenge turned into Project X — designing and building General Aviation-inspired modules the way real systems should be built. Strong materials. Mechanical logic. Clean layouts. No gimmicks. No shortcuts. Every lever, every detent, every movement has to imitate the real cockpit instrument.
I design everything myself. I prototype. I test. I refine. If it wouldn’t belong in a real cockpit, it doesn’t leave my workshop.
Project X isn’t about gaming. It’s about realism. It’s about respect for aviation. It’s about building something that feels right — because it is built right.
I don’t build toys.
I build aviation-grade flight sim modules.