Tudo bem ser diferente.
It's okay to be different
Split Mind Plush foi originalmente criado como uma forma de terapia para curar meu próprio sofrimento emocional.
Saí da minha infância e adolescência com experiências traumáticas abundantes. Eu estava sentindo depressão, ansiedade social e geral, falta de espaço pessoal, incerteza, agitação, me sentindo desconectado e inseguro, infeliz com minha aparência e impotente. Eu também tinha um portfólio impressionante de comportamento autodestrutivo.
Todos respondem a experiências de forma diferente, na época eu simplesmente queria manter minhas mãos ocupadas. Eu precisava criar algo que fosse meu próprio : uma parte de mim, algo que me pertenceria. E assim, minha primeira pelúcia nasceu. Assim como eu – era estranho, danificado e diferente – e ainda assim bonito ao mesmo tempo.
Ao longo dos anos, fiz muito progresso lutando com meus próprios demônios, e domando-os um de cada vez. Também percebi que não estou sozinho na minha luta – todos estão danificados de uma forma ou de outra. E está tudo bem. A devastação é um ponto de partida. Pode ser uma fundação, na qual sementes de beleza e esperança crescerão.
Meus pelúcias são um lembrete disso.
Split Mind Plush was originally created as a form of therapy to heal my own emotional distress.
I came out of my childhood and teenage years with abundant traumatic experiences. I was feeling depression, social and general anxiety, lack of personal space, uncertainty, agitation, feeling disconnected and unsafe, unhappy with my appearance and powerless. I also had an impressive portfolio of self-destructing behavior.
Everyone responds to experiences differently, at the time I simply wanted to keep my hands busy. I needed to create something that would be my own – a part of me, something that would belong to me. And thus, my first plushie was born. Just like me – it was strange, damaged and different – and yet beautiful at the same time.
Over the years, I have made a great deal of progress battling with my own demons, and taming them one at a time. I have also come to realize that I am not alone in my struggle – everyone is damaged in one way or another. And that’s okay. Devastation is a starting point. It can be a foundation, on which seeds of beauty and hope will grow.
My plushies are a reminder of that.